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Caíto Marcondes |
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Contato para shows: (55) 11 30315758
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foto: Paulo Fridman Caíto
Marcondes iniciou-se ao piano com oito anos de idade, passando mais tarde a
interessar-se por bateria e percussão. Estudou composição e análise com H.J.
Koellreutter e harmonia e contraponto com Mário Ficarelli. Cursando o terceiro
ano de arquitetura foi chamado por Hermeto Pascoal para integrar seu grupo, onde
permaneceu por quase um ano. Tem atuado como compositor e arranjador em várias
frentes como balé, cinema (onde ganhou vários prêmios), documentários (como
o ‘Nos Caminhos da Expedição Langsdorff’ para o Discovery Channel), gravações
e shows. Gravou e/ou se apresentou com nomes como John Scofield, Zeca Assumpção,
Darol Anger, Danny Seidenberg, Milton Nascimento, Fumio Itabashi, Ná Ozzetti, Mônica
Salmaso, Claudio Dauelsberg, Rita Lee, Chico César, Joyce, Marlui Miranda,
Paulo Moura, Jaques Morelenbaum,
e outros. Seu
primeiro CD solo "PORTA DO TEMPLO", gravado em junho de 95 na
California, USA com o Turtle Island String Quartet e François de Lima, foi
indicado para o prêmio SHARP 1996, e lançado pela ACT na Alemanha, foi situado
entre os 150 melhores lançamentos de 1998 na Europa pelo World Music Charts
Europe. Foi também responsável por dois arranjos da Missa Indígena 2 IHU -
KEWERE - Rezar de Marlui Miranda, interpretada por Marlui Miranda, Orquestra
Jazz Sinfônica
e
Coral
Sinfônico da
ULM,
além
de outros
arranjos
para
a
Orquestra
Jazz Sinfônica (Chico César, Elza Soares, Orquestra Popular de Câmara).
Em
duo com o flautista e saxofonista Teco Cardoso, lançou em 1999, o primeiro CD
brasileiro em Dolby Surround, O Cineasta da Selva, trilha sonora do filme homônimo
de Aurélio Michiles. Em
2001 gravou o CD North meets South – Sul encontra Norte, um duo de violino e
percussão com o violinista norte-americano Tracy Silverman, gravado em uma
semana de abril em Nashville, onde dividem composições e arranjos, procurando
criar uma nova ‘cozinha’ panamericana. Participante
ativo como percussionista, compositor e arranjador da Orquestra Popular de Câmara,
lançou em 2003 o segundo CD da orquestra “Danças, Jogos e Canções” em
uma turnê pela Europa, apresentando-se no Festival de Rudolstadt, Alemanha, vários
festivais na Espanha, no Sfinks em Antuérpia, Bélgica e no Nuits Atypiques de
Langon, França e teve sua música interpretada pela orquestra, Malunga,
escolhida para figurar no CD Strictly Mundial dos festivais europeus. Em
novembro de 2003 faz várias apresentações ao lado do violinista Tracy
Silverman e a Orquestra Sinfônica do Paraná e a Jazz Sinfônica de São Paulo,
tocando entre outras coisas sua música Dança do Sol, com arranjo de sua
autoria. Caito
gravou ao vivo, em março de 2004, pela gravadora Maritaca, o seu CD solo
intitulado AutoRetrato, onde concentra toda sua experiência e uma carreira de
35 anos como instrumentista, compositor e arranjador. O trabalho foi gravado ao
vivo no Espaço Cachoeira, com a participação especial de Marlui Miranda e Mônica
Salmaso. O
próprio público também participou sob a regência de Caito, compondo junto
com o músico uma peça que será parte integrante do novo CD, usando suas vozes
e dobraduras estalantes de papel. Caito
Marcondes realizou em julho de 2005, com o solo Auto-Retrato, uma bem sucedida
turnê européia, apresentando-se no maior festival de world music da Alemanha,
o Rudolstadt Festival, na Holanda e na Bélgica no Jazz Club Arts ‘O Base e no
teatro Le Bouche a Oreille, apresentando-se também ao lado do pianista
brasileiro baseado na California, Weber Iago e do virtuose belga Henri Greindl. AUTO-RETRATO
espetáculo
solo de Caito Marcondes
Caito
Marcondes, considerado por Airto Moreira ´o Villa-Lobos da percussão`,
apresenta seu novo trabalho solo intitulado AUTO-RETRATO, onde explora todas as
potencialidades de seu vasto repertório timbrístico e percussivo num espetáculo
dinâmico e envolvente. Nesse
show Caito cria uma atmosfera única onde a utilização de vários instrumentos
de diversas etnias combinados ao uso da voz dá por vezes a impressão da presença
de vários músicos. Revesando-se
entre seu originalíssimo setup de percussão e a marimba, o pandeiro, o
doumbek, os caxixis, o xilofone e outros instrumentos menos comuns, como o suíço
Hang, já apelidado de “disco voador”, Caito Marcondes faz um resumo de sua
experiência como músico instrumentista, arranjador e compositor, apresentando
várias composições próprias. Sendo
para ele o impulso primeiro da criação musical, a improvisação está
fortemente presente, transformando cada espetáculo num momento único. O
embrião deste espetáculo foi apresentado com grande ´rePercussão´ em
dezembro de 2003 no V Mercado Cultural em Salvador, Bahia, encontro
internacional de produtores culturais e também como semifinalista no Prêmio
Visa Instrumental de 2004. O
CD Auto-Retrato, gravado ao vivo no Espaço Cachoeira! em São Paulo, nos dias 9
e 10 de março de 2004, está disponível nas lojas em distribuição da
gravadora Maritaca. O
mesmo espetáculo foi levado em julho de 2005 para a Europa, e apresentado,
entre outros locais, no Festival de Rudolstadt, Alemanha e em Bruxelas no jazz
club `cult` Arts O Base e no Teatro Le Bouche a Oreille com grande sucesso. |
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